Receiving with Portuguese Style, in Portugal / Receber com o estilo português, em Portugal…

This post is written in Portuguese and English. Este post está escrito em Português e em Inglês.

Please meet our new Cultural Expert, Public Relations and Protocol Expert, Fernanda António

Receiving with Portuguese Style, in Portugal

“Protocol but not much”. I use to say this, usually in a pleasant way when I want to define a Portuguese, wasn’t I a lover of this subject. We adapt very easily to everything, we’re an open people due to our history of sailors that were always looking forward to discovering something new, but even with this type of personality, we have traditions that we don’t want to lose.

All cultures have their own their identity and we are not an exception. We’re not better or worse than others, we are simply different. And as with other cultures, we have our own idiomatic expressions that define our personality.

There are expressions that we use and that are rooted in our history. Most of them are used to shorten a big conversation or explanation. The problem is that the majority of them are only understood by us, Portuguese. Even people who speak the language sometimes cannot understand the meaning of it.

two persons hand shake

Yes, we are nice, yes we have good food, and yes we are good hosts. But the problem is when we are confronted we cannot stop “pulling the hot coal to our sardine” or “there you are pulling the hot coal from your sardine”.

Does this mean that he went to pick a hot coal to roast a sardine, you ask? Yes, sardines are a national plate. But if you speak our language and you’re not Portuguese, this just means I’m hardly defending my opinion.

We’re slanders by nature, but if someone says something bad of us, our “cover jumps off”, meaning that we don’t like to hear bad things about us. And this definitely is one of our strongest features and it happens in every type of environment: social, company, friends, family. Bad temper? No, it’s not about that. After we defend our idea we’re still good friends and we do businesses with open-minded spirit. A very open mind is not Portuguese, but it’s an expression we’ve already adopted.

And yes, sometimes speaking the language it’s not enough, it is important to get to know the habits, the way of thinking, basically the culture of the Portuguese people.

Welcoming and friendly, best of the best… Welcome to Portugal!

Fernanda António

Public Relations and Procotol Expert

Receber com o estilo português, em Portugal…

 “Protocolares, mas não muito”. Eu costumo dizer isto, até com agrado, quando quero definir um português, não fosse eu apaixonada por estas coisas do protocolo. Adaptamo-nos com muita facilidade a tudo, somos um povo muito aberto tem a ver com a nossa história de marinheiros o querer andar por todo o lado, mas temos tradições que não perdemos e nem queremos.

Todos os povos têm a sua identidade e nós não fugimos à regra. Não somos melhores nem piores, somos diferentes. E como todas as culturas temos as nossas expressões idiomáticas que definem muito a nossa personalidade.

Existem expressões que utilizamos e que estão enraizadas na nossa história, servem  para encurtar uma grande conversa ou explicação, zás aplicamos aquela frase e quem fala a língua, mas não é português, às vezes não vê contexto. Só nós é que percebemos.

two persons hand shake

Pois é somos simpáticos, temos boa comida somos muito hospitaleiros, mas quando confrontados não deixamos  de “ puxar a brasa à nossa sardinha” ou “ Lá estás tu a puxar a brasa à tua sardinha”.

Será que quer dizer que ele foi buscar uma brasa para assar a sardinha. Pois até é um dos pratos nacionais. Mas se fala a nossa língua e não é português, isto quer apenas dizer que estou a defender “com fervor” a minha opinião

Somos mal dizentes por natureza, mas se alguém diz mal de nós, “salta-nos a tampa” ou seja não gostamos que digam mal de nós. E esta é sem dúvida uma das nossas características muito fortes quer em âmbito social quer empresarial, com os amigos, com a família. Mau feitio? Nada disso, depois de defendermos a nossa ideia, continuamos grandes amigos e a fazer negócios com espírito aberto. Muito “open mind” não é português, mas é uma expressão que já adoptamos.

Pois, falar a língua às vezes não é suficiente, é importante conhecer também  os hábitos, o modo de pensar, no fundo a cultura do povo.

Acolhedores e hospitaleiros, do melhor… Welcome to Portugal

Fernanda António

Relações Públicas e especialista em Protocolo

 

 

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